Vivemos uma época de extremas mudanças na comunicação de informações a curto prazo, em que a reflexão crítica já se tornou quase “obsoleta”, ultrapassada entre crianças e jovens adeptos de Ipads, Smartphone e outros celulares, de modo que a escrita também tem se modificado bastante em virtude da tecnologia que aí está. Fato consumado e irredutível de grande sedução.
Mas isto não valida a utilização de uma obra com erros na concordância da língua portuguesa, uma vez que sua finalidade é de ensino e, portanto, para a formação de um indivíduo que se diferenciará justamente na sua fala e escrita, referências de um indivíduo educado.
Portanto, a utilização de tal publicação foge dos conceitos de um modelo de registro culto da língua, com prejuízos à inserção do indivíduo numa sociedade, que por tradição, sempre valorizou o saber se comunicar oralmente de forma correta e o escrever segundo a norma culta, seja para entrevista de empregos, ou mesmo no exercício vendedor, balconista ou emprego doméstico, onde o saber falar e escrever corretamente podem significar um diferencial para o trabalho e para a comunicação.
-Thainá Bispo

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